ORIENTAR E SEGUIR
Acaba a caça ao achado. Você sempre sabe onde está, inclusive quando o trauma destruiu a referência e a imagem virou bagunça.
MSKScan
47 aulas · 26 horas · do ombro ao pé
Da anatomia normal ao laudo que localiza, mede e mostra a relação com nervo, vaso e osso.
Uma estrutura pode parecer normal até o paciente mexer.
“Esse paciente eu já planejei minha incisão por conta da ultrassonografia que eu tinha.”
André Ayallacirurgião de mão
“Isso me ajuda demais, porque na via artroscópica a gente não vê esse nervo.”
Roberta Paes Barretocirurgiã de mão
“Se você endereçar apenas o bíceps, você vai estar perdendo a oportunidade de fazer o reparo do subescapular.”
Dra. Marina Borges e Dr. Fábio Brandãoombro
As seis aulas com especialistas convidados estão dentro do curso, na íntegra.
Quanto mais eu estudo, menos fica claro.
Tenho medo de não reconhecer o que está na tela.
Vejo que tem alguma coisa ali. Não sei dizer o que é nem onde está.
Ombro eu até encaro. Mão, punho e pé eu prefiro que caiam para outro.
Laudei tendinopatia. E se for ruptura?
Achei alguma coisa, mas não sei se aquilo explica a dor que ele veio contar.
Nenhuma dessas frases é falta de estudo. É falta de um caminho para percorrer dentro do exame.
Um menino de dois anos chegou de outro estado sem conseguir pisar no chão, e o quadril dele estava limpo no ultrassom. O que ela fez em vez de encerrar o exame ali mudou o destino daquela criança no mesmo dia.
Um paciente palpava um caroço e sentia dormência ao tocar, com duas ressonâncias normais na mão. O achado só existia enquanto a estrutura estava sendo provocada.
Um nódulo caminhava para a cirurgia com rótulo de tumor de partes moles. Uma manobra de dez segundos, feita durante o exame, tirou o caso das mãos daquele cirurgião.
Lesão musculoesquelética é mecânica. Muita coisa está no lugar enquanto o paciente está quieto e sai do lugar quando ele mexe, contrai ou põe o peso do corpo.
Só estranha o que sobra quem conhece o padrão. Sem isso, a variante anatômica passa como ruído e o achado importante passa como normal.
A mesma ruptura pode ser quase invisível num eixo e evidente no outro. Um plano ruim esconde a lesão inteira.
Dizer que rompeu é o começo. Quem vai operar precisa saber onde está, quanto mede e o que tem ao lado.
Quem domina metade do corpo devolve metade dos pedidos. E cada pedido devolvido leva junto o próximo, porque quem opera prefere mandar tudo para um lugar só.
Quando o ombro, o punho, a mão, o quadril, o joelho e o pé saem da sua sala com o mesmo padrão de laudo, você deixa de ser mais um serviço de imagem e vira o nome que o cirurgião procura.
Encontrar é o primeiro passo, e é onde a maioria dos exames para. Seguir o trajeto, provocar o movimento, comparar com o lado bom, medir o que o cirurgião vai usar e mostrar a relação com nervo e vaso: é isso que separa um laudo que descreve de um laudo que decide.
Não é um roteiro de cortes. É a ordem que transforma imagem em resposta, e ela se repete igual no ombro, no punho, no quadril e no pé.
Acaba a caça ao achado. Você sempre sabe onde está, inclusive quando o trauma destruiu a referência e a imagem virou bagunça.
É aqui que a lesão mecânica se revela. A pergunta deixa de ser “como está” e passa a ser “o que acontece quando mexe, contrai ou põe o peso do corpo”.
Tira o achado da opinião. O lado bom do próprio paciente vira o controle, e a medida que sai é a que o cirurgião consegue usar.
É a diferença entre “há uma lesão” e “está aqui, mede isso, e encosta nessa estrutura”. O laudo deixa de descrever e passa a orientar.
“O médico que solicitou o exame faz uma pergunta e você precisa entregar aquela resposta.” Dra. Cláudia Fontan

Parado, o exame passa por normal. Você acompanha os dois momentos e sai sabendo o que procurar depois que o tendão sai do lugar.

Deitado, o fragmento se comporta de um jeito. Com o peso do corpo em cima, de outro. É a mesma perna, no mesmo exame, em dois minutos.

O paciente já caminhava para a cirurgia com rótulo de tumor de partes moles. O que ele fazia sob a mão dela mudou quem devia conduzir o caso.

Um sinal que você reconhece uma vez e nunca mais confunde com edema. Ele muda a classificação da lesão e o prazo que você escreve no laudo.

Num eixo ela passaria por tendinopatia e o laudo sairia errado. Você aprende o que fazer antes de fechar.

Ombro não termina no manguito. Causa e consequência aparecem no mesmo frame.
“Eu garanto a você que, depois que você vir isso aqui, você vai ver toda semana. Não tenho nenhuma dúvida, eu aposto com você.”
Dra. Cláudia Fontan · imagens do acervo dela, retiradas das aulas do curso.
Aula por aula, com um quadro tirado da própria aula e o que cada uma resolve na sua rotina.
Fundamentos 2 aulas · 1h07

Trinta e seis minutos que decidem o proveito das outras quarenta e seis aulas. Você alinha o vocabulário antes de ver a primeira imagem.

Tendão, nervo, articulação e cartilagem se apresentam igual em qualquer articulação. Entendeu aqui, você lê o corpo inteiro.
Ombro 4 aulas · 2h57

Você para de laudar tendão e passa a laudar ombro. O músculo em volta conta metade da história, e é a metade que o ortopedista usa para decidir se opera.

O exame de rotina dela do começo ao fim, incluindo a ergonomia. Você protege o ombro que paga suas contas.

O pedido mais frequente da sua agenda, feito direito. A zona crítica de um centímetro explica por que a lesão está quase sempre no mesmo lugar.

Aquele líquido em volta da cabeça longa do bíceps que te faz travar. Normal, derrame ou sinovite, decidido na hora e sem hesitar.
Cotovelo 4 aulas · 2h10

Depois desta aula você não procura mais estrutura no cotovelo. Você chega nela guiado por osso, sempre pelo mesmo caminho.

As quatro faces na ordem em que ela faz, com a imagem de referência que abre cada uma. Você sai com o exame inteiro na cabeça.

As patologias que mais chegam, começando pelo derrame. Você sai com a linha de laudo que ela trouxe de San Diego e usa até hoje.

Por que ela nunca escreve epicondilite. Você troca um nome genérico pelo tendão com nome e sobrenome, e o laudo muda de categoria.
Punho 9 aulas · 3h01

A articulação favorita dela, ensinada com um checklist no fim. É esse checklist que faz o seu laudo de punho parar de ter buraco.

Da face volar à fibrocartilagem sem voltar atrás uma vez. É a sequência que devolve minutos em cada paciente da sua agenda.

Derrame, sinovite e erosão com critério. E as duas calcificações que parecem iguais na tela e mandam o paciente para tratamentos diferentes.

Tendão que tem sinóvia e tendão que não tem. Saber a diferença é o que separa um líquido que vira diagnóstico de um que vira laudo errado.

Um acompanhamento real comentado em áudio, exame contra exame. Você vê como se compara evolução sem depender da memória do paciente.

Calcificação em quem não tinha idade para ter. O tipo de achado que passa batido a vida inteira até alguém te mostrar uma vez.

Punho operado, destrinchado estrutura por estrutura. Quando esse paciente cair na sua sala, você vai saber exatamente o que procurar.

Manobra dinâmica em vídeo curto. O achado não existe na imagem parada, e some se o paciente não mexer na hora certa.

Uma estrutura que não deveria estar ali e aparece mais do que você imagina. Você vê a manobra ao vivo, no punho dela, e nunca mais deixa passar.
Mão e unha 6 aulas · 2h49

Onde termina o punho e começa a mão deixa de ser dúvida sua. Você define o exame, em vez de o pedido definir por você.

A região que a maioria devolve para a ressonância. A mão dela no transdutor, filmada de perto, até você perder o medo de aceitar o pedido.

Face flexora com o critério que separa lesão de variação anatômica, antes de o seu laudo apontar cirurgia.

Face extensora e banda sagital por zonas, na mesma linguagem que o cirurgião de mão usa. Seu laudo passa a ser lido inteiro.

Tumor, corpo estranho e infecção. A lista curta em que pensar antes de escrever a palavra nódulo e devolver o problema para o colega.

Placa, polia e colateral em jogo no mesmo dedo. Você acompanha o raciocínio dela até a coragem de laudar rotura completa.
Casos comentados do membro superior 3 casos · 6 min

O nódulo duro no dorso do punho que sai da maioria dos exames sem nome. Sai do seu com nome, medida e conduta.

Um nódulo no dedo com cara de tumor. O Doppler certo conta outra história, e essa história muda o encaminhamento do paciente.

Estrutura operada, medida ponto a ponto, com o cirurgião do outro lado da conversa. É o nível de laudo que faz um cirurgião virar seu cliente fixo.
Quadril 4 aulas · 3h06

Cartilagem e líquido enganam no mesmo corte, e muita gente lauda um pelo outro. A incidência que separa os dois está aqui.

O grande trocânter vira o telhado de uma casinha, e cada água desse telhado tem um tendão com nome. Depois que você enxerga uma vez, não desaprende.

Um adulto jovem chegou com hérnia de disco e síndrome do piriforme escritas no pedido. O quadril dele tinha outra coisa, e não era sutil.

Um menino de 2 anos que não pisava no chão, e um quadril limpo no ultrassom. O que ela fez em vez de encerrar o exame ali é a aula inteira. Mais displasia com número na tela.
Joelho 3 aulas · 2h15

O mecanismo extensor inteiro numa varredura só. Tem uma peça anatômica aberta como se abre um livro, e depois dela você não olha a patela do mesmo jeito.

Começa por um detalhe de posicionamento que parece bobo: o apoio que impede a perna do idoso de tremer no meio da varredura. Sem ele, metade do exame se perde.

A aula que ela mesma chama, no meio da explicação, de a mais importante do curso. Nove quadros dentro do mesmo joelho, e um trauma de sábado de carnaval com mais de uma estrutura rompida na mesma perna.
Tornozelo e pé 2 tutoriais práticos

A região que quase sempre fica de fora dos cursos, e que chega no seu consultório do mesmo jeito.

As placas plantares dedo a dedo, e a manobra feita com o próprio dedo que traz o achado para a tela em vez de você caçar por ele.
Tumores de partes moles 2 aulas

Você aprende pelos erros que ela já cometeu, em vez de pelos seus. Um caso desses chega do Brasil inteiro toda semana, e você vai saber conduzir o seu.

O nódulo que aparece no meio de um exame de rotina e não é do seu terreno. Reconhecer, medir e escrever direito é o que evita encaminhar no escuro e assustar o paciente à toa.
Lesões musculares 1 aula · 1h04

Com a Dra. Sabrina Veras. Uma paciente tinha feito Doppler normal no dia anterior, e o que apareceu no exame muscular mudou a urgência do caso na hora. Mais classificar e dar prognóstico, que é o que libera o atleta.
Membro inferior avançado 1 aula · 46 min

Com o Dr. Caio Pina, ortopedista. Três casos difíceis com quem opera. Um deles tinha duas ressonâncias normais na mão do paciente.
Mentorias com especialistas 5 encontros · 5h31

As dúvidas que sobraram do tutorial, respondidas ao vivo com transdutor na mão. As perguntas são de médicos como você, e talvez sejam as suas.

Com a cirurgiã de mão Roberta Paes Barreto. Você ouve da boca de quem opera o que precisa estar no laudo para a cirurgia ser indicada.

Com o ortopedista André Ayalla. Ele diz sem rodeios o que procura no seu laudo antes de decidir operar, e o que faz ele ignorar um exame.

Com a radiologista Ana Carina Gamboa. Uma subespecialidade inteira que quase ninguém oferece na sua cidade, entregue dentro do curso.

Com a Dra. Marina Borges e o Dr. Fábio Brandão. Parcial ou total muda a conduta, e eles mostram o peso que a sua frase tem na decisão.
Cinco coisas que continuam suas depois que você terminar o curso.

São 30 artigos e um livro em três partes, organizados por tema na mesma área das aulas. Você para de caçar referência no meio do plantão, e continua com eles depois que o curso termina.
30 artigos · livro em 3 partes · organizados por tema

Ombro, cotovelo, punho, mão, unha e braço, em arquivo editável, com indicação, técnica, achados e impressão diagnóstica já estruturados. É a diferença entre escrever do zero e revisar.
6 regiões · arquivo editável

O atlas mostra a anatomia idealizada, e o paciente nunca é o atlas. Toda explicação acontece em cima do exame real, com o ruído, a anisotropia e a sombra que você tem no seu aparelho.
Imagem real de ultrassom em todas as aulas

Computador, tablet e celular, com controle de velocidade para rever a manobra quantas vezes precisar. Uma aula de uma hora vira três blocos de vinte minutos entre um paciente e outro.
Computador, tablet e celular · controle de velocidade

Emitido pela plataforma quando você termina as aulas, com a carga horária do curso. Guarde para o seu currículo e para onde você precisar comprovar formação continuada.
47 aulas · mais de 26 horas
Tumor glômico, paroníquia com trajeto até a falange e a leitura da unidade ungueal inteira.
Erosão, sinovite e Doppler no punho e na mão, do jeito que o reumatologista precisa receber.
Displasia com ângulo e cobertura medidos na tela, e a dor infantil que pede olhar além da articulação.
Ruptura, hematoma e cicatrização. Saber a fase muda o tempo de repouso que você escreve no laudo.
Avulsão óssea que ainda carrega o tendão, placa volar rompida e o seguimento depois do reparo.
Desenho, régua e a topografia que o cirurgião usa para achar o que precisa achar.
Erosão, sinovite e Doppler no punho e na mão, em trinta e oito minutos. O exame que o reumatologista pede e quase ninguém entrega com esse detalhe.
Se você se identifica com pelo menos dois itens, o curso é para você.
Valores de referência para cada bloco de conteúdo. As seis aulas com especialistas convidados ficam fora da soma, e por isso aparecem como inestimáveis.
Esse é o valor somado. Não é o que você paga: o preço de hoje vem logo abaixo.
Dra. Cláudia Fontan
CRM 14184-PE · RQE 485
“Todo mundo tinha medo de fazer o ultrassom de mão e punho, e eu era desafiada, porque sobrava ali para eu fazer um monte de coisa.”
Quem senta com ela nas aulas de convidado
Duas colegas contam o que mudou depois de estudar com ela.
“Eu aprendo musculoesquelético […] todos os dias com a Cláudia Fontan. Tem uma dúvida: ‘ai, Claudinha, pelo amor de Deus, me ajuda nesse laudo’. Ela sabe muito, mas não é só isso: é a capacidade que ela tem de passar a informação.”
Dra. Fernanda Cavallieri
VER O DEPOIMENTO · 0:38“São 31 anos de formada, mas não dá para a gente saber tudo. […] Ela traz todo o embasamento do ultrassom musculoesquelético e joga nas aulas, que ela domina como ninguém.”
Dra. Daniella Prudente
VER O DEPOIMENTO · 0:52Depoimentos gravados em vídeo pelas próprias colegas, publicados no canal da Dra. Cláudia Fontan.
MSKScan
O investimento para fazer parte do MSKScan:
De R$ 14.979 por
12x de R$ 499,75
ou R$ 5.997,00 à vista
ECONOMIA DE R$ 8.982
QUERO COMEÇAR HOJEEntre, assista às primeiras aulas e veja se é o que você procurava. Se não for, basta um e-mail dentro de 7 dias e devolvemos todo o valor. Sem justificativa e sem burocracia.
O risco é nosso. Ela já disse na aula, e vale aqui: “eu aposto com você”.
O curso pressupõe que você já opera um aparelho e conhece os fundamentos do método. Ele não ensina a ligar o ultrassom, ensina a examinar do ombro ao pé, do normal à patologia. Se você faz outros exames e quer entrar em musculoesquelético, os fundamentos e os tutoriais práticos são exatamente o ponto de partida.
Os dois, no mesmo método e no mesmo padrão de laudo. São 47 aulas cobrindo ombro, cotovelo, punho, mão e unha, quadril adulto e infantil, joelho, tornozelo e pé, mais tumores de partes moles, lesões musculares e artrite reumatoide.
Ajuda, e não é pré-requisito. Boa parte do que muda o exame é posicionamento, inclinação do transdutor, manobra dinâmica e comparação com o lado contralateral, que independem do equipamento. As aulas mostram os ajustes que a Dra. Cláudia faz no aparelho antes de cada estrutura.
Dois anos de acesso, contados a partir da compra. Nesse período você assiste quantas vezes quiser, no seu ritmo.
Sim, certificado de conclusão emitido ao final do curso.
Cartão de crédito em até 12x, com opção de dois cartões, além de Pix e PayPal. Tudo no checkout oficial da Hotmart, antes de qualquer cobrança.
Sim, 7 dias incondicionais. Entrou, assistiu e achou que não é para você? Um e-mail resolve e o valor volta integral.
O acesso chega por e-mail logo após a confirmação do pagamento, com login para a área de membros. Você começa na hora.
Não, e o curso é explícito quanto a isso. Há situações em que as próprias aulas indicam ressonância, histopatologia ou outro método. O que o MSKScan ensina é a extrair do ultrassom a informação que ele dá melhor que qualquer outro exame: o comportamento da estrutura em movimento e a relação dela com o que está em volta.
Não. As seis aulas com especialistas convidados já estão gravadas e disponíveis na área de membros, na íntegra.
Quando o exame deixa de ser uma sequência de cortes e passa a provocar, medir e relacionar, o laudo para de descrever e começa a responder a pergunta de quem vai operar. Do ombro ao pé, no mesmo método.
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